O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), recebeu, nesta quinta-feira (13), 287.850 doses de vacinas contra a Covid-19 para dar continuidade à Campanha de Imunização no estado. Do total enviado pelo Ministério da Saúde (MS), 58.600 são de CoronaVac e 229.250 de AstraZeneca.
“Essa foi a maior remessa que já recebemos até o momento. O impacto disso sem dúvidas é o de poder acelerar o esquema vacinal, conforme proposto pelo Ministério da Saúde, contribuindo para o enfrentamento da doença em nosso estado”, disse a chefe do Departamento de Controle das Doenças Imunopreveníveis da SES, Halice Figueiredo.
As doses recebidas de CoronaVac têm como público-alvo as pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas, e pessoas com deficiência permanente, enquanto as de AstraZeneca para a conclusão do ciclo de imunização com a aplicação da segunda dose em pessoas de 65 a 69 anos. Depois de chegarem em solo maranhense, as doses foram armazenadas na Rede Frio da SES. Lá, os imunizantes passarão por nova contagem, depois separação, até serem distribuídos aos 217 municípios maranhenses.
Sob a coordenação da Secretaria de Estado da Saúde (SES), os imunizantes têm sido enviados aos municípios em até 36 horas. Para o transporte em tempo recorde, são utilizados helicópteros do Centro Tático Aéreo (CTA), da Polícia Militar do Maranhão (PMMA), um avião, além de vans refrigeradas.
Com a nova remessa, o Maranhão totaliza 2.366.210 doses recebidas, sendo 1.153.140 doses da CoronaVac, 1.170.950 doses da AstraZeneca e 42.120 doses da Pfizer.
A Rede Globo está dedicando quase a totalidade do espaço de seus telejornais à chamada CPI do Genocídio (ou da pandemia) que apura a responsabilidade escancarada do presidente Jair Bolsonaro na tragédia de mais de 428 mil mortes por covid-19 até agora.
São tragédias que se repetem de ponta a ponta do Brasil e que se juntam a outras, como a chacina da Favela do Jacarezinho na qual a polícia, confundindo operação policial com operação de guerra, deixou para trás 28 cadáveres, de 28 alguéns, uma coisa sem nenhuma explicação plausível do ponto de vista da segurança pública.
À tragédia da covid-19 nos lares brasileiros, junta-se a tragédia de uma lei ambiental em gestação cujo propósito mais visível é facilitar a movimentação de madeireiros, grileiros e empresas agropecuárias, ou seja, a floresta vai continuar torrando e desabando até que não haja mais por lá nenhum pé de nada, em gigantesco contributo para o aumento da violência no campo, outra catástrofe a atormentar o Brasil.
Na Comissão Parlamentar de Inquérito, o ex-secretário de Comunicação do governo Bolsonaro, Fábio Wajngarten mentiu tanto, trocou tanto suas primeiras verdades, que deixou a impressão de que se escondia de alguma ameaça da qual não temos conhecimento.
E a CPI segue seu rumo incerto, com senadores se tratando por ladrões e vagabundos na demolição de um decoro parlamentar que, a essas alturas, ninguém mais tem certeza se já existiu.
A CPI segue seu rumo e a covid-19 também matando aos milhares, a cada dia, a cada hora, a cada minuto, fazendo deste um país de destino imprevisível.
O som dos aparelhos de TV anunciando tragédias letais já começa a ficar insuportável para quem sonha com o que fomos e com o que queremos ser. Deste lado do sofrimento, que é bem maior, ouvimos as sandices pronunciadas a todo o momento por Bolsonaro e seu séquito contra os chineses e nos perguntamos o que poderá acontecer se os asiáticos decidirem reter os insumos para fabricação de vacinas destinados ao Brasil. Insumos que aguardam em algum lugar entre a boçalidade diplomática oficial e o direito à vida até que decidam se ainda devem envia-los para salvar vidas neste país.
O Brasil está parando economicamente, o Brasil está morrendo, enquanto o Senhor Jair Bolsonaro não se decide se quer ser um comandante de tropas em guerra contra seu próprio povo ou quer governar.
Sob os holofotes da Rede Globo, o governo despe sua alma suja e nos faz sangrar. Sob o peso do coronavírus e de uma política do mal.
O município de Estreito completa 39 anos de emancipação política e para comemorar a data, o vice-governador Carlos Brandão anunciou ações de infraestrutura do Governo do Estado para a região. Em visita à cidade, nesta quarta-feira (12), Brandão autorizou a obra de modernização e urbanização da Avenida Santos Dummont, construção de um anel viário como novo acesso à região. A agenda incluiu ainda visita à Porto Franco, onde Brandão inaugurou ala para tratamento da Covid-19, no hospital regional.
“É uma alegria estar participando do aniversário da cidade de Estreito, e nesse momento, aproveitamos para fazer o que mais gostamos: uma parceria institucional. Com este pacote de obras infraestruturais, a região vai crescer, fortalecendo o desenvolvimento do comércio e a economia local”, pontuou o vice-governador Carlos Brandão.
A Avenida Santos Dumont, via muito importante da cidade, será toda urbanizada e vai receber nova iluminação. Já o novo acesso ao município vai partir da BR-010, em Imperatriz. “Já há um acesso à cidade e faremos outro. No dia do seu aniversário, Estreito ganha esse grande presente, uma relação de parceria que o Governo do Estado tem com os municípios”, frisou Brandão.
Em Porto Franco, Carlos Brandão inauguração uma a Ala Covid-19, no Hospital e Maternidade Aderson Marinho, além de leitos de enfermaria. A ala é destinada exclusivamente ao atendimento de pacientes com Covid-19. São 10 leitos de UTI e 19 enfermaria. A entrega é fruto da parceria prefeitura e Governo do Estado. O Governo realizou ainda a adequação em nove leitos de ala para outros tratamentos e promoveu incremento na equipe médica do hospital. As entregas marcaram o Dia do Profissional de Enfermagem, comemorado nesta quarta (12).
“Esse trabalho que o Governo está realizando na reestruturação da rede física estadual de saúde, em todas as regionais, contemplando o Maranhão inteiro. Porto Franco é contemplado agora com essa ala voltada para o tratamento e medidas preventivas contra a Covid-19. A cidade já possui essa aptidão, por ter um polo de saúde e por isso, a implantação. Nessa parceria com a prefeitura vamos evitar muitas mortes e salvar muitas vidas. Porto Franco merecia por atender toda a região, pois o município é um polo de saúde. Um momento muito importante para nós, estarmos inaugurando essa unidade aqui e fazendo um grande avanço na saúde do Maranhão”, enfatizou Brandão.
Carlos Brandão reforçou o destaque nacional do Maranhão, no combate à Covid-19. “Isso se deve ao investimento feito em todas as regiões, fazendo com que o estado se destacasse como o que melhor combateu a doença no Brasil. Temos o menor número de óbitos por habitantes. Construímos, reformamos, reaparelhamos vários hospitais e instalamos UTI, que praticamente não havia no interior. Também garantimos as vacinas, construímos hospitais de campanha e estruturando a rede. É um avanço significativo”, avaliou o vice-governador.
O prefeito de Porto Franco, Deoclides Macedo, avaliou como sendo de muita responsabilidade a parceria com o Governo do Estado para as realizações no município. “O Hospital Aderson Marinho, que já é um polo que atende seis outros municípios e pacientes que chegam por sermos cidade polo, com esse serviço, será ainda mais importante, principalmente neste momento em que o país e o mundo precisa passar pela Covid-19 para retomar suas atividades econômicas e sociais. O Maranhão dá exemplo, através da gestão Flávio Dino, com a mais baixa mortalidade entre os estados do Brasil e a atuação responsável no tratamento à Covid-19”, reiterou.
O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), promulgou, na terça-feira (11), as leis 11.470/21 e 11.361/21, oriundas, respectivamente, das MPs 348/21 e 035/21, do Poder Executivo. A primeira lei dispõe sobre a prorrogação dos prazos de pagamento do ICMS por contribuintes enquadrados no Simples Nacional e do relativo à diferença de alíquota nas aquisições de outros estados e do Distrito Federal. A outra lei isenta o pagamento de ICMS das operações com mercadorias necessárias às medidas de enfrentamento à pandemia da Covid-19.
Com a promulgação da lei 11.470/21, fica prorrogado para datas que variam de 20/07/2021 a 20/12/2021 o prazo de pagamento do ICMS por contribuintes enquadrados no regime de tributação do Simples Nacional, relativamente aos períodos de apuração março, abril e maio de 2021. O imposto poderá ser pago em até duas parcelas mensais, iguais e sucessivas.
Quanto ao ICMS relativo à diferença de alíquota nas aquisições de outros estados e do Distrito Federal, relativamente aos períodos de apuração março, abril e maio de 2021, poderá ser pago em parcela única até as datas de 20/08/2021, 20/10/2021 e 20/12/2021, correspondentes aos meses de março, abril e maio, respectivamente.
Segundo o chefe do Legislativo Estadual, as medidas contempladas nessa lei visam estimular o setor econômico e somam-se a uma série de outras ações já adotadas para estimular a recuperação da economia maranhense. “São iniciativas importantes tomadas para amenizar os efeitos econômicos e sociais causados pela pandemia da Covid-19 no Maranhão”, afirmou Othelino.
Prevenção
Já a Lei 11.361/21 amplia o número de itens com isenção do ICMS até 31 de dezembro de 2021, acrescentando, por prazo indeterminado, as operações com vacinas e insumos destinados à produção de imunizantes para o combate à pandemia da Covid-19 e as respectivas prestações de serviços de transporte.
A isenção já se aplicava, dentre outras mercadorias, a vestuários de proteção, gel antisséptico à base de álcool etílico 70%, respiradores, ventiladores médicos, kits de teste para Covid-19, bem como medicamentos destinados ao tratamento da doença.
“Com a desoneração tributária, ficará mais fácil a aquisição de mercadorias, produtos e insumos utilizados pelos profissionais de saúde no tratamento e combate ao coronavírus”, pontuou Othelino.
Com 10,9% da cobertura vacinal, relativa à primeira etapa da 23ª Campanha de Vacinação contra a Gripe, o Maranhão ocupa o 2º lugar entre as 27 unidades federativas do país. Já foram aplicadas 300.869 doses, que contemplaram crianças entre 6 meses e menores de 6 anos, gestantes, puérperas, população indígena e trabalhadores da saúde.
“A vacinação contra a Influenza assume uma particular relevância para proteger as populações mais vulneráveis e com riscos a desenvolver quadros mais graves da doença. A vacinação, também, busca reduzir o impacto das complicações respiratórias atribuídas ao vírus da gripe, aliviando a sobrecarga ao sistema de saúde durante o ainda enfrentamento à pandemia do coronavírus”, disse a chefe do Departamento de Controle e das Doenças Imunopreveníveis da SES, Halice Figueiredo.
À frente do Maranhão está o estado de Sergipe, com 11,5% da cobertura vacinal alcançada, e em terceiro lugar está Goiás, com 10,5%. Apesar do posto no ranking nacional e com mais de um milhão de doses distribuídas em todo o estado, a procura pela vacina ainda se mostra abaixo do esperado. Para a 23ª Campanha de Vacinação contra a gripe o objetivo é imunizar 90% dos membros dos grupos prioritários, divididos em três etapas, totalizando 2.393.971 pessoas.
O esperado é que nas duas etapas subsequentes o percentual seja elevado. A partir desta terça-feira (11), até o dia 8 de junho, será iniciada a segunda etapa da campanha, onde serão priorizados idosos com 60 anos ou mais e professores das escolas públicas e privadas.
A terceira etapa será de 9 de junho a 9 julho, com foco nos portadores de comorbidades, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiro urbano, de longo curso, trabalhadores portuários, forças de segurança e salvamento, forças armadas, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade.
Dos mais de 2 mil pontos de vacinação espalhados pelo estado, 64 estão em São Luís. Na capital, o Governo do Estado elencou unidades que pertencem a rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES) como forma de auxiliar o município na aplicação das doses. São eles: Policlínica Vinhais, com ponto de apoio na Escola Professor Nascimento de Moraes, no bairro do Vinhais; Policlínica Cidade Operária; Hospital Aquiles Lisboa (HAL); e Hospital Genésio Rêgo, que também conta com ponto de apoio no Colégio Militar Tiradentes, localizado na Vila Palmeira.
O governo também tem recomendado que os municípios tracem estratégias para melhorar o acesso à vacinação. Dentre essas estratégias, estão a criação de horários extras nos pontos de imunização, o aumento no número desses locais, a parceria com instituições de ensino público e privado, além de salas de aplicação da vacina em empresas e vacinação extramuros para pessoas com dificuldade de locomoção e portadores de comorbidades.
Na Campanha de 2020, o Maranhão recebeu 2.463.000 doses e ultrapassou a meta vacinal com a cobertura de 101,01% no total geral de todos os grupos prioritários. Foram imunizadas 1.752.958 pessoas, possibilitando que o estado ocupasse a 6ª posição no ranking nacional.
O governador Flávio Dino participou de debate virtual da Comissão Temporária da Covid-19 do Senado Federal, que discutiu as dificuldades enfrentadas pelos estados na pandemia. O evento, realizado na manhã desta segunda-feira (10), tratou ainda do estágio da pandemia, progresso do cronograma de vacinação e compra de vacinas de maneira descentralizada por estados e municípios.
Flávio Dino iniciou sua fala destacando três pontos que considera essenciais no que refere à pandemia no Brasil. Primeiro, citou a assistência hospitalar. “Tivemos uma diminuição da demanda sobre o sistema hospitalar”, divulgou o governador. O Maranhão chegou à ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em 95% e agora está em 67%; os leitos clínicos, que pontuaram 90%, estão atualmente em média de 46%. “Verificamos no Maranhão, queda substancial da ocupação hospitalar e, assim, pudemos voltar a realizar cirurgias que estavam suspensas”, explica Dino, citando as cirurgias ortopédicas que agora serão retomadas.
O governador pontuou o “exaurimento dos recursos financeiros dos estados e municípios”. Antes da pandemia, a rede hospitalar custava R$ 170 milhões por mês e subiu para R$ 230 milhões. “Ampliamos leitos e aumentos as equipes para atendimento dos casos de Covid-19, o que impacta nos custos”, ressalta. Dino frisou que o momento é de menor tensão, mas não deve levar ao relaxamento das normas de combate à doença.
Em segundo lugar, prevenção e medidas não-farmacológicas. “Esta, desde o início, é a principal dificuldade, pela distensão política que foi causada no país. Destaco a necessidade de que, juntos, possamos sublinhar que, mesmo sem medidas restritivas exacerbadas, tenhamos o distanciamento social e consigamos manter uma atitude vigilante”, aponta Flávio Dino, citando atitudes de representantes do governo federal, que põem em risco essa manutenção e incitam negativamente a população.
Em terceiro, Flávio Dino tratou da vacina e destacou as dificuldades progressivas na produção de vacinas no Brasil. “Produção baixa, falta de insumos e nosso país está abaixo de praticamente todos da Europa na vacinação”, acrescentou. O governador ressaltou que é preciso debater a manutenção da diplomacia com países que produzem vacinas e insumos, que pode impactar no ritmo de vacinação no Brasil; e observar a legislação que permite estados e municípios na compra de vacinas.
O governador lembrou que, até o momento, espera-se avaliação da Anvisa sobre solicitação dos governadores, cujo processo se encontra no Supremo Tribunal Federal (STF). “Este é o panorama da vacinação, que está em um ritmo muito baixo, aquém daquilo que o país precisa. Estamos num momento de melhor controle do coronavírus, mas conseguimos ainda ver o que desejamos: a erradicação da doença, que é o escopo de qualquer campanha séria na vacinação”, concluiu Flávio Dino.
Participaram do evento, os governadores Wellington Dias (Piauí) e Reinaldo Azambuja (Mato Grosso do Sul); Gean Loureiro, prefeito de Florianópolis e presidente do Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras.
Neste sábado (8), das 8h às 16h; e domingo (9), das 8h às 12h, no IEMA Cintra, no Anil, haverá vacinação especialmente para grávidas com comorbidades e puérperas – até 40 dias após o parto – em comemoração ao Dia das Mães, comemorado no domingo. A medida foi anunciada pelo governador Flávio Dino, em coletiva à imprensa, nesta sexta-feira (7), no Palácio dos Leões. Ele também pontuou o cenário da Covid-19 no estado e reforçou medidas da gestão estadual para combater à doença.
Flávio Dino ressaltou que prossegue o calendário de vacinação deste e dos demais públicos prioritários, em todo o Maranhão, conforme o Plano Nacional de Imunização. “Nosso trabalho sempre tem sido alinhado com o Plano Nacional de Imunização e todas as instâncias normativas do processo. São estes que determinam os públicos prioritários e estamos seguindo. Sou solidário com todos que estão demandando mais vacinas, e estamos lutando por isso. E a todas as mães, desejo que tenham um dia fraterno, de carinho e amor”, enfatizou Flávio Dino.
O governador informou, ainda, que tramita no Superior Tribunal Federal (STF) petição sobre compra da Sputnik; e reforçou apoio à suspensão temporária de patentes das vacinas contra Covid-19. Dino frisou que esta “é a melhor forma de ampliar a oferta das vacinas”. No cenário da doença, o Maranhão apresenta ciclo de crescimento dos casos ativos; queda dos óbitos, sendo o estado do país com menor número de mortes pela doença; e queda nas internações, tanto na rede de atendimento pública, quanto privada.
Se mantém a redução na ocupação de leitos clínicos (de 67% para 49%) e de Unidade de Terapia Intensiva – UTI (de 81% para 69%). “Até aqui, garantimos assistência hospitalar. Não houve nenhum paciente sendo transferido do Maranhão para outros estados e continuamos investindo para que isso prossiga”, afirmou o governador.
Até o momento, o Maranhão recebeu 2,01 milhões de doses de vacinas e 159 cidades apresentam índice de mais de 80% de aplicação. Na última semana, 153 municípios tinham alcançado esse índice. Na educação, somam mais de 60% dos profissionais já imunizados no estado. Segue a vacinação de educadores e servidores na faixa dos 35 anos.
Novas medidas
O governador anunciou liberação de eventos com até 50 pessoas, a partir do dia 10 de maio; e com 100 pessoas, a partir do dia 17. Música ao vivo estará permitida a partir do dia 15. As demais medidas restritivas em vigor foram ampliadas e prosseguem até dia 24 de maio, para as cidades da Região Metropolitana de São Luís, sempre com 50% da capacidade de pessoas.
Dessa forma, comércio e indústria, funcionam das 9h às 21h; supermercados das 6h às 0h; bares e restaurantes até às 23h; escolas estaduais na modalidade on-line e as privadas a critério da instituição; nos setores público e privado, pessoas do grupo de risco devem ser afastadas do trabalho. Cinemas e teatros não foram inclusos, por se tratar de ambientes fechados e de longa permanência. “Vamos editar normas para este segmento, posteriormente”, informou Flávio Dino.
“Adotamos regime um pouco mais flexível, sempre com senso de responsabilidade, para que possamos ter o máximo quanto possível a normalidade, sem por em risco a saúde e esforços sanitários que temos feito”, avaliou.
Medidas sociais
Serviços de saúde envolvendo itens de combate ao coronavírus foram isentados do pagamento de Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), pelo Governo do Estado. Estão incluídos nesse benefício operações com vacinas e insumos destinados à produção de vacinas; para elmos (espécie de capacete de respiração) e oxigênio medicinal; e em compras públicas de kits de testes e respiradores.
Pagamentos dos auxílios gás e combustível iniciam nos próximos dias; estão mantidos os sorteios do Minha Casa Melhor, com apoio de R$ 600 para compra de itens domésticos a famílias de baixa renda; distribuição de máscaras; e as ações do programa Comida na Mesa, com a distribuição de cestas de alimentos; além da venda de jantar por apenas R$ 1 nos 55 Restaurantes Populares.
Reportagem publicada nesta quarta-feira (5), em O Estado de São Paulo, apontou que o Maranhão, junto com o Espírito Santo, “estão mais adiantados na aplicação de doses em trabalhadores da Educação”. Assinada pela jornalista Renata Cafardo, a matéria traz um panorama da vacinação dos profissionais no País, destacando a ritmo de aplicação da vacina por idade.
De acordo com a reportagem, “Espírito Santo e Maranhão e ainda capitais como Recife e Salvador já imunizaram docentes com 40 anos e pretendem terminar as outras idades ainda em maio”, aponta. Em outro trecho destaca a quantidade de doses aplicadas em todo o território maranhense que, até terça-feira (4), chegou a quase 46 mil profissionais da Educação imunizados, incluindo o ensino básico e superior.
O levantamento publicado em O Estadão também mencionou que em cidades como São Luís, a vacinação já alcança profissionais a partir de 40 anos, conforme dados apurados. Contudo, o secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão, anunciou que, nesta quarta-feira (5), já podem vacinar na capital maranhense trabalhadores com 35 anos ou mais. Outros municípios citados na matéria são Bacabal, que vacina profissionais com 30 anos ou mais, e Caxias, que está imunizando todas as idades.
A vacinação dos profissionais da Educação no Maranhão, contra a Covid-19, teve início no dia de 20 de abril, coordenada pelo Governo do Estado, em uma ação conjunta das secretarias de Educação (Seduc) e da Saúde (SES), em parceria com os municípios.
No estado, a partir de deliberação na Comissão Intergestores Bipartite (CIB), foi acordado que, nos municípios com mais de 100 mil habitantes, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) realiza a vacinação dos profissionais da rede estadual e federal; e as secretarias municipais, os profissionais das escolas da rede privada e rede municipal.
O vice-governador Carlos Brandão recebeu, nesta terça-feira (4), a visita dos vereadores do coletivo “Nós” – formado por seis co-vereadores de São Luís. O encontro teve como objetivo o fortalecimento de parcerias, com o Governo do Estado, que visem a defesa e a garantia de direitos e de políticas públicas para a capital.
O “Nós” (PT) é o primeiro mandato coletivo da história legislativa do Maranhão, eleito para a Câmara de Vereadores de São Luís. Durante a reunião com o vice-governador, os parlamentares explicaram o funcionamento desse mandato inédito no estado e apresentaram algumas demandas da população, principalmente da periferia e da zona rural.
“Os parlamentares apresentaram as demandas de vários bairros e os trabalhos que estão sendo desenvolvidos para melhorar a qualidade de vida do povo de São Luís. Fiquei muito sensível às propostas apresentadas. Não tenho dúvidas de que os projetos que são bons para a coletividade, são bons para o Governo do Estado”, afirmou o vice-governador Carlos Brandão.
Para a vereadora Raimunda Oliveira, integrante do coletivo “Nós”, a parceria com o Governo do Maranhão é importante para a efetivação de políticas públicas que atendam a todos.
“Viemos em busca do fortalecimento de parcerias com o Governo, por meio do vice-governador. Parceria essa em defesa pela garantia de direitos e de políticas públicas para a nossa cidade. E nós, como parlamentares e representantes do povo, que estamos nas periferias e na zona rural, queremos garantir que as políticas públicas aconteçam em nossa cidade, para o nosso povo e para a nossa gente”, frisou a vereadora.
O vereador Jhonatan Soares comentou sobre a receptividade com que as pautas foram recebidas e destacou a importância de caminhar ao lado da gestão estadual, em busca de soluções para as necessidades da população.
“É uma grande honra estar aqui, junto com o vice-governador, que com muita sensibilidade acolheu as nossas pautas e das nossas comunidades das periferias e da área rural de São Luís. E é exatamente isso que a gente acredita, em uma gestão que é sensível e próxima da população, como sempre tem sido. Nós queremos continuar assim. A gente acredita que é muito importante estarmos ao lado do Governo do Estado, trazendo essas demandas e vendo formas rápidas de resolver essas questões, pois o nosso povo tem pressa”, disse Jhonatan Soares.
Coletivo Nós
O coletivo é engajado e inserido nas questões sociais, culturais, econômicas e políticas do povo ludovicense. O “Nós” é representado pelos vereadores Delmar Matias, Eni Ribeiro, Eunice Chê, Flávia Almeida, Jhonatan Soares e Raimunda Oliveira. Juntos, ocupam apenas uma cadeira de vereador, todos com a mesma importância e com equidade salarial.