Flávio Dino anuncia rede de acolhimento a pessoas com sequelas da Covid-19 e vacinação de profissionais da Educação

Pacientes com sequelas da Covid-19 vão contar com um sistema de atendimento na saúde estadual. Em coletiva na manhã desta sexta-feira (16), no Palácio dos Leões, o governador Flávio Dino anunciou a implantação da Rede Cuidar, que vai oferecer tratamento psicológico aos pacientes e seus familiares, além de outras especialidades médicas. Durante a coletiva, o governador atualizou o cenário da doença e reforçou o trabalho da gestão.

A Rede Cuidar vai contar com psicólogos, psiquiatria, cardiologia, nefrologia, endocrinologia, clínica médica, nutrição, fisioterapia, fonoaudiologia e neurologia. Vai funcionar no Hospital Carlos Macieira (São Luís), Hospital Macrorregional de Imperatriz e Policlínicas de Santa Inês e Presidente Dutra. “Temos vários efeitos e pessoas com dificuldades, pela doença, por isso, este serviço, que vai ajudar na recuperação”, avaliou. O serviço estará disponível a partir da segunda-feira (19). 

O governador anunciou início da vacinação para a Educação, nesta terça-feira (20). A campanha vai alcançar profissionais da ativa, das redes pública e privada, com 55 anos ou mais. “Temos como objetivo a manutenção das atividades educacionais”, frisou. Divulgou ainda prorrogação das medidas restritivas por mais uma semana. 

Dessa forma, escolas públicas manterão aulas na modalidade online; escolas privadas no modelo hibrido (online e presencial); comércio (incluindo supermercados e academias) das 9h às 21h; delivery até 23h; atividades religiosas com 50% ocupação de ocupação dos templos; pessoas do grupo de risco afastadas do trabalho no setor público e privado. “Não há ainda como alterar esse regime. Pior é fazer uma flexibilização ainda maior e os efeitos serem o agravamento da doença”, justificou o governador. 

Vacinação

O Maranhão recebeu, até o momento, 1,34 milhão de doses da vacina contra Covid-19. Na aplicação, o estado passou de 21 para 121, o número de municípios com mais de 70% das doses da vacina já aplicadas. “O resultado destes esforços é a melhoria dos indicadores de vacinação no Maranhão; portanto, agradeço muito as equipes municipais e estaduais, que estão garantindo que possamos melhorar esses patamares. Esse é o caminho para superarmos o coronavírus”, enfatizou Dino.

“Com essa perseverança, conseguimos, na justiça, que a Anvisa responda sobre a vacina Sputinik”, reiterou o governador. Por determinação do Superior Tribunal Federal (STF), a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), tem até final de abril para definir sobre a importação do imunizante, caso contrário, os estados ficam autorizados a adquiri-la.

Novos leitos

O Maranhão permanece como o estado do país com o menor número de mortes por Covid-19. A taxa de ocupação de leitos teve redução na rede pública estadual, se mantendo a média de 80%, tanto os leitos clínicos, quanto os de Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Para atendimento à demanda, mais de 980 novos leitos já foram abertos pelo Governo do Estado.   

Medidas sociais

O governador destacou a abertura dos 55 Restaurantes Populares para oferecer jantar a R$ 1. Ainda, a distribuição de máscaras e cestas básicas em todo o Maranhão; adiantamento da primeira parcela do 13º para servidores estaduais da Saúde (Emserh e institutos), regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a ser pago no dia 26 de abril.

Lula pode ser candidato, a CPI do Genocídio é real e ministra do STF quer saber porque o impeachment de Bolsonaro ainda não está na pauta do Congresso

JM Cunha Santos

Por oito votos a três, o Supremo Tribunal Federal, restabelecendo a fé do povo brasileiro na Justiça do país, anulou as condenações do ex-presidente Lula no âmbito da operação Lava-Jato. Também foi instalada a Comissão Parlamentar de Inquérito que vai apurar ações e omissões de Jair Bolsonaro e seu governo no enfrentamento à pandemia de covid-19, a chamada CPI do Genocídio. E a ministra Carmen Lúcia deu 5 dias para que o presidente da Câmara Federal, deputado Arthur Lira explique porque, diante de mais de 100 pedidos, ainda não colocou o impeachment de Bolsonaro na pauta de votações do Congresso Nacional.

Para ilustrar ainda mais os infortúnios do presidente da República, o parlamento europeu, reunido ontem, o denunciou por crimes contra a humanidade, o que o deixa cada vez mais na mira dos tribunais internacionais. E esta é uma denúncia que está na pauta de toda a grande imprensa internacional e muitos chefes de Estado que querem o impeachment do presidente brasileiro por julgar que ele “É um perigo para o Brasil e para o mundo”.

O homem que do alto de sua arrogância, prepotência e sede de sangue lamentou que a ditadura militar de 1964 não tenha matado muito mais gente, que defende a tortura como instituto de governo e sobre o qual recai a suspeita de relações muito próximas com milícias, está a caminho de pagar por seus crimes.

O presidente que quer por força liberar 6 armas de fogo para cada civil deste país (o que só pode ser uma reivindicação de Belzebu), que sonha com um sangrento golpe de Estado para implantar sua ditadura; o presidente cujo governo ressuscitou neste país nazistas, supremacistas, racistas, xenófobos e tudo quanto não presta e, ainda por cima, é acusado de agir para impedir a chegada de vacinas contra a covid-19 ao Brasil, acaba de descobrir que os brasileiros amam a paz e a liberdade.

No Brasil, Jair Bolsonaro, ninguém quer matar ninguém.

No Maranhão, mais de 63 mil quilombolas já receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19

Mais de 63 mil quilombolas já receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 no Maranhão. O trabalho de imunização dos povos e comunidades tradicionais quilombolas conta com o apoio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Força Estadual de Saúde (Fesma), da Superintendência de Epidemiologia e Controle de Doenças e da Superintendência de Atenção Primária. As equipes têm atuado em mais de 90 municípios maranhenses. Um total de 63.711 pessoas desse grupo prioritário já recebeu a primeira dose da vacina.

“Estamos trabalhando de domingo a domingo prestando apoio institucional junto aos municípios, de forma a potencializar o processo de imunização contra a Covid-19. Assim, a vacinação desse público é de suma importância, uma vez que trata de uma medida eficaz para diminuir o contágio e a disseminação do vírus dentro das comunidades tradicionais”, disse a chefe do Departamento de Epidemiologia da SES, Mayrlan Avelar.

Até o momento, o Maranhão já recebeu 116 mil doses da vacina AstraZeneca para vacinar esse público-alvo. O objetivo nesta etapa é imunizar 63% da população quilombola do estado, de pessoas com idade a partir de 18 anos.

O Governo do Estado tem enviado profissionais da rede de saúde estadual para ajudar os municípios com o trabalho de imunização. Entre as equipes de apoio estão equipes da Força Estadual de Saúde do Maranhão (Fesma), com 50 profissionais, entre médicos, enfermeiros e outros profissionais de nível superior.

De acordo com a coordenadora da Fesma, Cheila Farias, o objetivo é acelerar a imunização. “Quando falamos em vacinação das comunidades quilombolas, sem dúvidas o acesso é um dos principais complicadores. Por essa razão, desde o início do enfrentamento da pandemia o Governo do Estado tem destacado profissionais da Força, no primeiro momento para a testagem, e, agora, para a imunização, pois sabemos que a vacina é esperança para todos”, afirmou.

Além dos profissionais da Força, a SES destinou mais 30 agentes da Superintendência de Atenção Primária em Saúde (SAPS); 20 servidores da Superintendência de Epidemiologia e Controle de Doenças (SECD); 12 profissionais da Escola de Saúde Pública (ESP-SES); e 601 aprovados em seletivo de contratação imediata, entre técnicos de enfermagem, digitadores e supervisores a fim de fortalecer a campanha de imunização nos municípios com população menor de 50 mil habitantes.

Othelino promulga lei do auxílio emergencial e defende manutenção dos postos de trabalho

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), promulgou a Lei nº 11.426, de 30 de março de 2021, oriunda da Medida Provisória 341/21, de autoria do Poder Executivo, que autoriza a concessão de auxílio emergencial aos estabelecimentos comerciais do setor de bares, restaurantes, lanchonetes e à área cultural.

Segundo Othelino, o setor de bares e restaurantes foi um dos mais atingidos pelas restrições necessárias ao enfrentamento da pandemia do coronavírus.

“O auxílio dará um fôlego aos proprietários desses estabelecimentos comerciais, contribuindo para a manutenção dos postos de trabalho, assim como aos profissionais da cultura, que também tiveram que parar as atividades em razão das normas sanitárias”, afirmou o chefe do Legislativo. 

Compensação 

O auxílio emergencial é uma compensação aos reflexos das medidas restritivas necessárias à contenção e prevenção da Covid-19. De acordo com o texto da Lei, os estabelecimentos comerciais cuja atividade principal possua Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) de bares, restaurantes e lanchonetes terão direito ao auxílio no valor de R$ 1.000,00, pago em cota única.

Já os trabalhadores da cultura, anteriormente selecionados por meio das ações emergenciais (renda emergencial e editais da Secretaria de Estado da Cultura – SECMA) previstas na Lei Federal nº 14.017, de 29 de junho de 2020 (Lei Aldir Blanc), terão direito a auxílio no valor de R$ 600,00, também pago em cota única.

Governo Bolsonaro tenta, pela terceira vez, impedir a entrada de vacinas no Brasil; Flávio Dino não deixa

“Da China nós não compraremos. (a Coronavac) É decisão minha. Eu não acredito que ela transmita segurança o suficiente para a população pela sua origem. (Jair Messias Bolsonaro, presidente do Brasil).

JM Cunha Santos

A Anvisa tem agora até o final de abril para avalizar o pedido de importação e autorização de uso excepcional da Vacina Sputinik V no Maranhão. Caso não se manifeste, o governo do Estado poderá adquirir, aplicar e distribuir a vacina.

A decisão é do ministro Ricardo Levandovski, atendendo a Ação Cível impetrada pelo governo do Maranhão pedindo que autorize a importação da Sputinik V.

Como é sabido, governadores do Nordeste se uniram para importar 37 milhões de doses da vacina Sptinik e foram barrados por um inexplicável surto de má vontade na Anvisa que resolveu até inspecionar o laboratório que produz o imunizante. Lá na Rússia, acreditam? E segundo o governador do Piauí, Wellington Dias, corremos o risco de perder a negociação desse lote de vacinas com os russos para a Alemanha.

A meu ver, não há dúvidas, de que tem o dedo e o ódio de Jair Bolsonaro nesse boicote, já que não é a primeira vez que ele retarda a entrada de imunizantes no Brasil. Em agosto do ano passado, o governo Bolsonaro recusou a oferta de 70 milhões de doses da vacina da Pfizer. Inventaram uma porção de desculpas e forjaram argumentos sem nexo para não aceitar a oferta. O lento Ministério da Saúde brasileiro só viria a anunciar que compraria vacinas da farmacêutica americana 7 meses depois.

Em outubro do ano passado, o mesmo governo Bolsonaro rejeitou proposta do Instituto Butantan de compra de 45 milhões de doses da vacina Coronavac até dezembro e outras 15 milhões no primeiro trimestre de 2021. A extrema direita idiota do Brasil levantava suspeitas sobre uma vacina chinesa e vale destacar aqui a declaração irracional de Jair Bolsonaro: “Da China não compraremos É decisão minha. Eu não acredito que ela transmita segurança o suficiente para a população pela sua origem”. Hoje, embora com um atraso que custa centenas de milhares de vidas ao país, o Brasil se imuniza contra a covid-19 com a Coronavac e a Astrazeneca.

É mais um ato bizarro de estupidez sem limites, que o Consórcio de Governadores do Nordeste se proponha a comprar 37 milhões de doses da vacina russa Sputinik, e o governo Bolsonaro acione seus diretores na Anvisa para retardar a chegada do imunizante no país. Só a título de comparação, quando finalmente permitiram que a Coronavac chegasse ao Brasil, o Chile já dispunha de 3 vacinas por habitante.

No Maranhão, antes do Consórcio dos Governadores do Nordeste, o governo Flávio Dino já havia assinado contrato para aquisição de 4,5 milhões de doses da vacina Sputinik V. O boicote veio, mas a ação impetrada pelo governo do Estado foi acatada liminarmente agora pelo ministro do STF Ricardo Levandovski. Só nos resta rezar para que os efeitos da decisão prolatada se estendam aos demais estados do Nordeste e que, mais uma vez a despeito de Jair Bolsonaro e seu séquito, salvem-se milhões de vidas no Brasil.

Lula deixou 173 novos campus universitários no Brasil; Bolsonaro quer enfiar milhões e milhões de armas de fogo nos lares brasileiros

Cada civil poderá comprar até 6 armas de fogo, não haverá mais exigência de aptidão psicológica, ou seja, doidos, psicopatas e afins também vão poder manusear armas. É o que decreta o presidente da República.

JM Cunha Santos

É abissal a distância entre o governo de um ser humano (Lula) e o governo de um monstro (Jair Bolsonaro). Ontem, a ministra do STF, Rosa Weber suspendeu os efeitos de quatro decretos de Jair Bolsonaro que passariam a vigorar também na segunda-feira. A decisão atende a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade do PSB e ainda depende de referendo do plenário do Supremo.

Os decretos revelam uma sede de sangue abominável de parte do Senhor presidente da República. Autorizam a posse de 6 armas de fogo por civil no país e 8 por agente estatal, tira o controle do Exército sobre a aquisição de munição que a partir daí pode ser comprada em qualquer quantidade por entidades e escolas de tiro e, monstruosidade de todas as monstruosidades, autoriza a prática de “tiro esportivo” por adolescentes a partir de 14 (eu disse 14) anos de idade.

E vai mais longe: não será mais exigida capacidade técnica, nem aptidão psicológica (doidos, psicopatas e afins também vão poder manusear armas) para uso de armas de fogo, nem autorização prévia do Exército para aquisição.

Dá a impressão de que o presidente sonha com uma carnificina astronômica, ilimitada, num país em que, em média, 45 mil pessoas já são assassinadas com armas de fogo todos os anos. Ou, então, espera com isso, como frisou um cientista político, criar um imenso esquadrão da morte disposto a tudo para mantê-lo no poder.

A distância entre Lula e esse presidente sádico é abissal, repito. E é também uma questão de escolha entre educação e ciência e a morte. Que o digam as 350 mil vítimas fatais da covid-19 no Brasil.

Os governos Lula e Dilma criaram 18 universidades no país, espalharam 173 campus universitários pelo interior do Brasil, elevando de 505 mil para 932 mil o número de estudantes em cursos superiores, a maioria gente que não se formava por absoluta falta de universidades em suas regiões. Sem contar 300 institutos técnicos federais que foram criados no governo do ex-presidente, interiorizando de forma surpreendente a educação.

Por outro lado, e mais uma vez em razão dos efeitos da crise do coronavírus na economia e paralisação do comércio, o governador Flávio Dino decidiu antecipar metade do décimo terceiro salário dos servidores militares e civis, injetando R$ 362 milhões na economia do Estado, abrindo portas para mais geração de empregos. Bolsonaro prefere ameaçar que pode não ter mais como pagar servidores civis e militares. Uma falácia sem tamanho.

E essa é a grande diferença entre os que governam com amor ao povo e quem, como Bolsonaro, governa com ódio do mundo.

Secretário Márcio Jerry vistoria obras em Sucupira do Norte

O secretário das Cidades e Desenvolvimento Urbano (Secid), Márcio Jerry, esteve na sexta-feira (9) em Sucupira do Norte vistoriando as obras de revitalização da nova praça no povoado Feira da Várzea. A obra vai beneficiar mais de 4 mil pessoas que vivem na região.

Os serviços fazem parte do Programa de Revitalização de Praças e Espaços Públicos. Em todo o estado, a ação visa requalificar logradouros e equipamentos coletivos para garantir o melhor uso e estimular a convivência comunitária, além de atrair novas atividades econômicas e visitantes para as áreas de intervenção.

Em uma área de 4.227 metros quadrados, o projeto da nova praça da Várzea prevê a recuperação da quadra poliesportiva, instalação de mobiliário urbano, equipamentos de ginástica, parquinho com playground, nova iluminação, lixeiras e rampas de acessibilidade. Além de área de paisagismo com sistema de irrigação, construção de centro para comercialização de produtos artesanais e área para estacionamento.

No local, as equipes já concluíram a instalação do sistema de rede elétrica com a implantação de postes, elevação das paredes, reboco do centro de comercialização e implantação de meio fio. O piso com blocos em concreto na área das calçadas e a revitalização da arquibancada da quadra também iniciaram.

O secretário Márcio Jerry falou da importância de investir em espaços de convivência coletiva. “O projeto é uma das ações do governador Flávio Dino que visa estimular e transformar os equipamentos públicos em espaços democráticos e de interação social. Esta é uma obra que vai beneficiar a população com lazer e incentivo a economia, com a criação de negócios no entorno da praça”, disse Jerry.

Flávio Dino socorre a população mais pobre do Maranhão; Bolsonaro arrasta o Brasil para um inferno de fome

JM Cunha Santos

Com a gasolina batendo em 6 reais, o óleo Diesel passando de 4 reais, o gás de cozinha a 85 reais, o preço da carne variando até 50 reais, arroz, feijão, tomate e óleo de soja sofrendo reajustes sucessivos nos supermercados, um salário mínimo que não chega a R$ 1.200, mais a corrosão pela pandemia da renda dos trabalhadores, não tem história, os brasileiros estão com fome, Senhor Jair Bolsonaro.

Desde o início de seu governo, Flávio Dino se preocupou em melhorar a renda dos maranhenses e investimentos e programas de toda ordem foram feitos nesse sentido. Com a pandemia de covid-19, salvar vidas se tornou a prioridade de todo o mundo (menos de Bolsonaro no Brasil e Donald Trump nos Estados Unidos). Mesmo assim, os investimentos na geração de emprego e renda continuaram no Maranhão.

A situação que vivemos agora é outra e é muito grave, exige o socorro imediato das populações. E o governo do Maranhão, que já distribuiu quase 400 mil cestas básicas, anuncia pratos de comida a 1 real nos 55 restaurantes populares do Estado a partir desta segunda-feira.

O governo do Maranhão garantiu também cessão de combustível a taxistas e moto-taxistas, vale gás para 115 mil famílias, 110 toneladas de alimentos para instituições de acolhimento, auxílio de 600 reais para compra de utensílios por famílias carentes, mais restaurantes populares, equipamentos para a agricultura familiar, entre outras ações.

Medidas para conter os impactos da pandemia na renda dos maranhenses, medidas contra a fome, medidas em favor de uma vida melhor.

Enquanto isso, a equipe econômica do governo Bolsonaro bate cabeça e não consegue sequer finalizar um orçamento para o ano de 2021. Permite, entretanto, que os preços dos gêneros alimentícios e dos combustíveis que movem a economia voem até a estratosfera, aumentando o desespero de uma Nação que chora mais de 350 mil mortos. O pior é que, pelo andar da carruagem, ninguém sabe aonde esses preços vão parar.

A ajuda de Jair Bolsonaro é um auxílio emergencial canhestro de 5 reais por dia. Não tem necessidade disso. Os cofres do governo federal estão abarrotados dos tributos de nossas desesperanças.

Recentemente, a imprensa nacional noticiou que no ano passado mais da metade da população brasileira não tinha certeza se ia ter alimente na mesa no dia seguinte. E tudo indica que a situação vai ser bem pior em 2021.

A morte segue o Brasil, a fome segue o Brasil. Esse governo de incompetentes tem que sair daí.

Uma CPI só não basta, três não são demais; o mundo inteiro pede o impeachment de Bolsonaro

Com Lula livre para se candidatar, o destino de Jair Bolsonaro é assar nas torradeiras da opinião pública até 2022.

JM Cunha Santos

O jornal inglês The Guardian, fazendo coro aos principais jornais do planeta, como The New York Time, Washington Post, Le Monde e El País, foi incisivo e irretocável: “Bolsonaro é um perigo para o Brasil e para o mundo”.

E é no momento em que a popularidade do presidente desce a Cordilheira dos Andes, batendo quase 60 % de desaprovação, que o Senado da República vai instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar a atuação do governo federal no combate à pandemia de covid-19.

Essa nova CPI significa, no mínimo, mais desgaste do presidente e seu séquito, com grave exposição da atarantada e irresponsável atuação do presidente diante da crise sanitária no Brasil.

O governo Bolsonaro quase provocou o rompimento das relações do Brasil com a China, nosso principal parceiro comercial, irritou vários chefes de Estado e retardou o quanto pode a chegada de vacinas ao país. Fez o que pode para que a Coronavac não estivesse aqui e trabalha agora para impedir que os estados do Nordeste tragam a Sputinik V para o Brasil.

O governo vai ter que explicar sua omissão diante do colapso nos sistemas de saúde dos estados do Norte, Bolsonaro vai ter que somar suas culpas por conta de aglomerações por ele provocadas, estímulo a invasões de hospitais, guerra contra o distanciamento social e contra o uso de máscaras e como isso contribuiu para mais de 340 mil mortes por covid-19 no território nacional.

Tamanha exposição deve abalar ainda mais sua imagem corroída e terá que enfrentar os depoimentos de Luis Henrique Mandetta e Nelson Teich, ministros da saúde demitidos por não concordarem com suas teses delirantes.

Bolsonaro será cada vez mais um refém do Centrão, que só o abonará até o limite da lealdade comprada. Embora esse grupo de deputados e senadores tenha fulminado a CPI das Fake News, que apurava a produção e propagação de notícias falsas nas redes sociais, seus deputados e senadores, em nome de nada, não vão continuar dando sustentação política ao pior governo do mundo num ano pré-eleitoral, arriscando seus mandatos. Nem por outros R$ 400 bilhões.

Só por sugestão, cabe ainda uma terceira CPI; uma que apure as relações de membros do governo e aproximados com supremacistas e milicianos. Afinal, quem mandou matar Marielle Franco? E a morte de Adriano de Nóbrega, chefe do “Escritório do Crime”, uma convenção de assassinos de aluguel, foi por confronto com a PM da Bahia ou foi queima de arquivo? Quem financiava a extremista e supremacista Sara Winter em seus ataques às instituições públicas?

Com Lula livre para se candidatar e refeito da inominável injustiça cometida contra ele pelo desprezado Sérgio Moro, o destino de Jair Bolsonaro é assar nas torradeiras da opinião pública até 2022. Ninguém aqui o quer mais na Presidência do Brasil, (só os pastores do capeta) nem os muçulmanos, país nenhum, em nenhum continente; ele só não renuncia porque ainda sonha com um sangrento golpe de Estado.

Que as Forças Armadas garantem que não vai acontecer.

Governo do Maranhão recorre ao STF para importar a vacina Sputnik

O Governo do Maranhão entrou com ação cível, por meio da Procuradoria Geral do Estado, solicitando ao Supremo Tribunal Federal que seja determinada à Anvisa a emissão de autorização para uso e importação da vacina Sputnik V no Brasil. 

Na ação cível, os procuradores que a subscrevem destacam o persistente descumprimento por parte da União do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação (PNOV) contra a Covid-19 restringindo à população o acesso em tempo oportuno e de forma efetiva a imunizantes que estão disponíveis no mercado. 

Em dezembro de 2020, o Pleno do STF já havia deferido cautelar aos estados, garantindo a possibilidade de importação e distribuição de vacinas registradas por autoridades sanitárias estrangeiras, em caráter emergencial.

Em março, o governador Flávio Dino assinou a aquisição de 4,582 milhões de doses do imunizante, que permitiria a vacinação em duas fases de mais de 2 milhões de maranhenses. 

“Maranhão apresentou ao STF uma petição requerendo a autorização à importação da vacina Sputnik. As leis são claras ao permitir a compra pelos Estados. Não há motivo para protelações. O Brasil não pode ficar eternamente no fim da fila das vacinas em nível internacional”, publicou o governador Flávio Dino em rede social. 

No texto da ação, o Governo do Maranhão pede que, em caso de descumprimento por parte da Anvisa, seja fixada multa diária no valor de R$ 1 milhão. 

O imunizante, produzido pelo laboratório russo Gamaleya, possui eficácia comprovada superior a 90% e já é aplicado em mais de 50 países. A Alemanha iniciou ontem (8) as negociações para também comprar a vacina.

A preocupação dos governadores brasileiros, que adquiram 37 milhões de doses da Sputnik V, é que o país europeu, por ter mais poder econômico, passe na frente dos estados brasileiros na fila das exportações da vacina, caso a Anvisa retarde ainda mais o processo de autorização.