“Ou com Lula ou com Haddad, Flávio Dino estará na nossa chapa nas próximas eleições presidenciais”. (Deputado Paulo Teixeira, vice-presidente nacional do Partido dos Trabalhadores).
JM Cunha Santos

Para fazer estourar de uma vez por todas a bílis nos fígados da extrema direita bolsonarista, o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva admitiu, em recente entrevista à TVT, apoiar a candidatura do governador do Maranhão, Flávio Dino, na disputa pela Presidência da República no ano de 2022.
Em resposta a pergunta do entrevistador, Lula respondeu: “Admito, como não? O PC do B já me apoiou quatro vezes”. E acrescentou: “Eu gosto do Flávio Dino. Acho ele uma figura competente, um companheiro da maior lealdade comigo em todos os meus processos. Eu tenho por ele um apreço extraordinário. Agora veja, o PT é um partido muito grande comparado ao PC do B”, disse Lula sugerindo que o governador maranhense deixe o PC do B e se candidate por outro partido, quem sabe até mesmo o próprio Partido dos Trabalhadores.
Lula considerou ainda que o governador do Maranhão terá dificuldades em se eleger pelo PC do B. “É difícil. O Dino sabe disso”, sentenciou.
NO PALANQUE DA JUSTIÇA SOCIAL
Por outro lado, em entrevista ao Metrópoles, o governador Flávio Dino declarou que em um cenário hipotético com o ex-presidente Lula da Silva como candidato do PT, ele estará no palanque apoiando a volta do petista à Presidência. “Nesse cenário hipotético, de o presidente Lula poder ser candidato, certamente eu estarei neste palanque apoiando essa candidatura. Acho que seria a expressão da retomada de uma perspectiva de crescimento com justiça social e distribuição de renda”, disse o governador.
Brasil afora, as démarches pela consolidação de uma candidatura de Flávio Dino à Presidência, crescem em todas as direções. O deputado federal e vice-presidente nacional do PT, Paulo Teixeira afirmou, recentemente, que o governador do Maranhão comporá a chapa do partido em 2022. “Ou com Lula ou com Haddad, Flávio Dino estará na nossa chapa nas próximas eleições presidenciais”, assegurou.








