Projeto de Othelino Neto que multa quem produzir e divulgar fake news deve deixar os robôs de Bolsonaro no Maranhão “lisos macaco”

JM Cunha Santos

Não demora muito e a milícia digital de Jair Bolsonaro no Maranhão vai estar reivindicando o auxílio emergencial de 600 reais do governo federal. “Lisos macaco”, para usar um gíria mais atual, é como vão ficar os robôs de Carlos Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro aqui no Estado, já que o projeto de Othelino Neto prevê multa de até 10 mil reais para quem produzir e divulgar notícias falsas. Sem poder mentir, não vão ter como faturar o Bozo.

Dedicados exclusivamente à injúria, difamação, baixarias, agressões e insultos contra famílias de adversários políticos, ameaças e produção e divulgação de fake news, o cerco se fecha sobre os robôs.

Há poucos dias mostrei aqui que, com os holofotes do país inteiro voltados para as investigações em torno das milícias, devido à suspeita de intervenção de Jair Bolsonaro na PF para livrar a cara dos filhos, o “Gabinete do Ódio” vai pensar duas vezes antes de transferir dinheiro para os operadores. Obviamente, o que eles menos querem neste momento é que o Brasil saiba a verdadeira origem dos recursos que sustentam a produção de pornografias, injúrias, ameaças, fake News, amoralidades e ódio que invadem as redes sociais.

Com mais esse providencial projeto do deputado Othelino Neto, em boa hora aprovado na Assembleia Legislativa, vão ficar todos “lisos macaco”, além de sujeitos a multas que chegam a R$ 10 mil e podem se multiplicar em caso de reincidência.

Só para citar um exemplo do nível de infâmia a que esses grupos podem chegar, inventaram a poucos dias que o governador Flávio Dino estava internado em Brasília com a covid-19. Mas o melhor de tudo isso é que agora, sem poder mentir, se quiserem comer vão ter que trabalhar. O que para eles deve ser a pior das punições.

Deputado Márcio Jerry alerta que o Brasil pode ser o último país a receber vacina contra a covid-19

A política externa de confrontos e insultos gratuitos do governo Bolsonaro coleciona inimigos para o Brasil nos quatro continentes e deixa o país sob ameaça de não receber vacinas nem remédios produzidos lá fora contra a covid-19;

Do Portal Vermelho                                                                                 

Vice-líder do PCdoB, o deputado federal Márcio Jerry alertou nesta segunda-feira (18) para o risco do Brasil ficar no fim da fila para receber a vacina contra a covid-19.

Novo epicentro da pandemia, o Brasil não foi convidado a participar da iniciativa “Colaboração Global para Acelerar o Desenvolvimento, Produção e Acesso Equitativo a diagnósticos, tratamento e vacina contra a Covid-19”, mais conhecida como “Act Accelerator”.

“Começou hoje a Assembleia Geral da Saúde, da OMS, cujo tema central é a vacina contra o coronavírus. Brasil está fora do esforço global pela vacina, resultado da política externa maluca e irresponsável de Bolsonaro, bem como da negligência criminosa com a pandemia”, disse o parlamentar, em tom de crítica ao Governo Federal.

Desgaste do Brasil

Segundo o jornal Valor Econômico, o afastamento do Brasil se deve ao desgaste da imagem do Brasil no exterior e as recorrentes brigas do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Criada em abril deste ano, a ação já recebeu mais de € 7 bilhões para bancar estudos sobre a doença, recebendo apoio de países como Alemanha e França.

Após o evidente afastamento nacional, a área da saúde tenta, agora, reaproximar o Brasil da iniciativa e convencer o governo federal de que é importante participar da colaboração para encontrar a vacina para a covid-19.

NOTA DO BLOG –E não vamos esquecer que Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, Abraham Weintraub e Ernesto Araújo, com uma política externa criminosa, já demonizaram a China, a França, a Venezuela, Cuba, entre outros, além da própria Organização Mundial de Saúde e seguem colecionando inimigos para o Brasil nos quatro continentes. Por isso o Brasil está ameaçado de ficar sem vacina e sem remédios contra a covid-19.

Primeiro Hospital de Campanha de São Luís garante mais de 200 leitos para combater coronavírus

O enfrentamento ao novo coronavírus na Região Metropolitana ganhou mais um reforço com a entrega do primeiro Hospital de Campanha de São Luís, realizada pelo Governo do Estado nesta segunda-feira (18). A estrutura possui 3.500 m² e conta com 200 leitos, sendo 186 clínicos e 14 de UTI. O espaço foi montando no pavilhão de eventos do Multicenter Negócios e Eventos, de propriedade do Sebrae-MA, e levou duas semanas para ficar pronto. 

“O hospital de campanha era o nosso plano C, visto que a prioridade era criar estruturas que, após a pandemia, pudessem ficar permanentes para a sociedade e servissem ao sistema público. Diferentemente de outros hospitais que inauguramos, a nossa festa não será hoje, mas quando encerrarmos este serviço porque é quando teremos a certeza de que vencemos a pandemia e também o coronavírus”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula. 

O hospital receberá pacientes encaminhados de uma das quatro Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) referência da capital. Para que fosse colocado à disposição da população, o Governo do Estado fez uso do decreto governamental nº 35.779, que garantiu a montagem da estrutura. As obras foram possíveis graças à parceria entre a Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP), a Secretaria de Estado da Saúde (SES) e a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), que será a administradora da unidade. 

O presidente da EMAP, Ted Lago, reforçou que o hospital de campanha é resultado da soma de esforços em prol da população. “Decidimos fazer neste espaço por ser mais central e estar mais perto dos hospitais de referência. Essa é a nossa forma de contribuir com os esforços que o Governo tem realizado para enfrentar a pandemia, ao mesmo tempo fortalecendo a nossa relação entre a comunidade portuária e a sociedade”, observou o presidente. 

De acordo com o presidente da Emserh, Marcos Grande, a estrutura cumpre um papel importante na rede de assistência aos pacientes. “O hospital é estratégico para ampliar a capacidade de atendimento. Com isso, e com o tempo, queremos começar a liberar as nossas unidades para pacientes que não foram infectados pelo coronavírus”, enfatizou.  

Presente na cerimônia e representando o governador Flávio Dino, o secretário de Estado da Casa Civil, Marcelo Tavares, reiterou o compromisso do Governo no enfrentamento à doença. “O esforço tem sido de forma conjunta para que continuemos a oferecer um tratamento digno a cada maranhense que enfrentar a Covid-19. No entanto, destacamos que nada será suficiente se cada cidadão não tiver consciência que esta é uma luta de todos”, destacou. 

A equipe de profissionais que dará suporte no hospital de campanha será compatível ao quantitativo de leitos instalado. Para isso, fazem parte do corpo de especialidades do espaço médicos intensivistas tanto para UTI como enfermaria, além de um quadro multidisciplinar formado por psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, técnicos de enfermagem e nutricionistas. 

Mais saúde

No último sábado (16), a SES também fez a entrega de um hospital de campanha, no município de Açailândia. Com obra executada pela empresa Vale, a estrutura construída em 26 dias possui 60 leitos, sendo 53 de enfermaria e sete de UTI. Para dar maior agilidade ao translado de pacientes, o hospital conta com o apoio de duas ambulâncias de plantão, ambas equipadas com estrutura de UTI.

Aproximadamente 217 profissionais integram a equipe que dá assistência aos pacientes.

Aprovado projeto de Othelino que multa propagadores de fake news sobre pandemia no Maranhão

O plenário aprovou, durante a 6ª Sessão Extraordinária com Votação Remota por Videoconferência, realizada nesta segunda-feira (18), o Projeto de Lei 134/20, de autoria do presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), que prevê a aplicação de multa a quem divulgar fake news sobre pandemia, endemias e epidemias no Maranhão.

O chefe do Legislativo frisou que o PL não deve ser confundido com censura à opinião. “Inclusive, no texto da lei está expresso que se estiver sendo emitida opinião não se caracterizará como fake news, mas é preciso combater essa prática desumana, que faz com que pessoas possam perder suas vidas e recursos públicos sejam desperdiçados. A partir desta lei, quem produzir e divulgar fakes, comprovadamente, será multado, independente das legislações específicas na área criminal”, esclareceu Othelino.

De acordo com o projeto, que recebeu emenda do deputado Dr. Yglésio (PROS), o propagador de desinformação ou boatos via jornal impresso, televisão, rádio ou mídias sociais estará sujeito à multa, que pode variar entre R$ 1.200 e R$ 10 mil, dependendo do grau de prejuízo causado à sociedade. Em caso de reincidência, a punição poderá dobrar e, de arrependimento voluntário e eficaz reparação da informação inverídica, publicizada pelo próprio autor, a multa poderá ser reduzida à metade.

“Chegamos ao entendimento para aumentar essa multa e, também, até para garantir que a pessoa seja estimulada a desfazer o mal entendido, colocamos um dispositivo que reduz a multa caso a pessoa faça a devida reparação da fake news propagada”, explicou Yglésio.

O projeto prevê ainda que todo o recurso oriundo das multas será destinado ao combate às pandemias, endemias e epidemias no Estado do Maranhão.

Vale ressaltar que, sempre que o cidadão ou cidadã divulgar uma informação, deixando claro que se trata de uma opinião pessoal, o ato não será considerado como fake news.

Apoio

Aprovado por unanimidade na sessão remota, o projeto de lei recebeu o apoio da maioria dos parlamentares. A deputada estadual Daniella Tema (DEM) parabenizou o presidente Othelino pela sensibilidade e cuidado com a liberdade de expressão.

 “Tendo em vista que temos acompanhado um cenário de grande quantidade de fakes news, um problema devastador que tem causado pânico e medo na população, sou favorável ao projeto. Congratulo o presidente por se atentar aos detalhes, afirmando que qualquer cidadão tenha o direito de expressar sua opinião, o que é um direito fundamental”, avaliou Tema.

“Sou a favor do projeto e parabenizo pela iniciativa. As fake news têm tomado conta do estado, ainda mais em tempos de pandemia. Temos visto, também, muitos deputados sendo vítimas dessas falsas notícias. Todos que fazem essa prática devem ser punidos”, afirmou o deputado Fernando Pessoa (Solidariedade).

No mesmo sentindo, o deputado Marcos Caldas (PTB) se manifestou. “A punição é necessária para que as pessoas repensem antes de espalhar notícias falsas. É preciso ter respeito à honra e credibilidade daqueles que podem ser prejudicados. Um dia a justiça é feita”, frisou.

O deputado Professor Marco Aurélio (PCdoB) enfatizou como as fake news podem atrapalhar no combate à pandemia. “O projeto chega em um momento oportuno, no qual as pessoas têm que se preocupar, além do distanciamento social, com a má intenção. As notícias falsas confundem as pessoas e atrapalham aqueles que estão trabalhando para amenizar a crise sanitária”, avaliou.

Parlamentar de oposição, Wellington do Curso (PSDB) também elogiou a iniciativa. “Parabenizo pela iniciativa e sugiro que o projeto seja ampliado para além desta época de pandemia”, ressaltou.

FÉ: 74 mil compartilhamentos, na matéria “São Luís será a primeira capital brasileira a se livrar do coronavírus”, pedem a Deus pelo Maranhão, Brasil e o resto do mundo

Mas precisamos de mais orações, muito mais orações, porque o Brasil, além do vírus, enfrenta também a constante ameaça de um banho de sangue perpetrado por seitas religiosas violentas e grupos paramilitares que se movem à sombra do governo no país.

JM Cunha Santos

74 mil compartilhamentos no texto “São Luís será a primeira capital brasileira a se livrar do coronavírus”, afinal uma profissão de fé desse jornalista, servem de alento a um povo que, apesar de toda dor, não perde a esperança no Deus verdadeiro, o Deus amoroso que nos ensinou o perdão e o amor ao próximo.

As respostas, via comentários, foram, de fato, respostas de amor, solidariedade, compaixão pelos feridos, piedade pelos mortos, sinceridade teológica e disposição de luta para vencer, a custo de toda paixão e sacrifício, a pandemia que tantas vidas ceifa no Maranhão e no Brasil.

E como precisamos desta fé neste momento em que credos radicais e violentos, importados dos Estados Unidos, evoluem anonimamente; credos contrários ao pacifismo e ecumenismo do Papa Francisco, à ordem de Paz e Amor de Jesus Cristo e sustentados nos ideais do mais sangrento calvinismo; credos que aqui já invadiram e mutilaram a fé de boa parte de nossas igrejas evangélicas; credos que se misturam a grupos armados no objetivo de implantar uma ditadura político-religiosa que teria Jair Bolsonaro como salvador. E ditador.

É a verdade. Estamos a lidar no Brasil com grupos paramilitares e seitas fundamentalistas violentas e radicais que esperam do governo federal proteção para quaisquer que sejam os crimes que vierem a cometer.

Grande parte daquelas pessoas todos os domingos na porta do Palácio do Planalto estão armadas, conforme confessou Sara Winter, líder do grupo “300 do Brasil”, uma seita político-religiosa também violenta e radical que se diz baseada nos 300 de Gideão da Bíblia e organiza esses movimentos. Há também, dentre outros, os “camisas negras” que ontem à frente do Palácio do Governo saudaram o presidente Jair Bolsonaro aos gritos de “estamos aqui”.

Por isso precisamos de mais orações, muito mais orações, porque o Brasil é o único país que, além da pandemia, tem de enfrentar também essa ameaça constante de banho de sangue, esse terror que, até de dentro das reuniões governamentais, a toda hora se anuncia.

Mas, com o amor de Deus, nós nos livraremos desse vírus maldito e também dos que zombam dos 13 mil cadáveres que se acumulam e que, sem nenhum sinal de piedade, festejam com churrascos e aglomerações.

Veja as regras que passam a valer com o fim do lockdown na Ilha de São Luís

O lockdown na Ilha de São Luís termina neste domingo (17). A partir de segunda-feira (18), voltam as mesmas regras que valiam antes do lockdown, no início do mês. Ou seja, continua havendo restrições, só que mais leves.

Veja abaixo as principais perguntas e respostas sobre o fim do lockdown:

O rodízio de veículos ainda vale?
Não.

O que pode funcionar a partir de segunda?
Tudo o que podia antes do lockdown. Entre as atividades liberadas, estão supermercados (com metade da capacidade), delivery de alimentos,  farmácias, óticas, drive thru, serviços de entrega e retirada de lavanderia, lojas de tecido, oficinas, postos de combustível e lojas de material de construção.

E o que não pode funcionar?
Continuam vetados estabelecimentos como academias, shopping centers, cinemas, teatros, bares, casas noturnas, salões de beleza e atendimento em restaurantes e lanchonetes (com exceção de delivery e drive-thru)

Essas regras são obrigatórias para todo o Estado?
Elas são obrigatórias para a Ilha de São Luís. Para as outras cidades, o prefeito pode estabelecer regras mais flexíveis, dependendo do número de casos do coronavírus. Se o prefeito não editou ou não editar nenhuma norma, valem todas as citadas acima.

Tenho que usar máscaras?
As máscaras continuam obrigatórias em locais públicos e privados de uso coletivo.

Se eu trabalho num serviço essencial, ainda preciso andar com a declaração de autorização?
Não.

Posso entrar e sair da Ilha de São Luís?
Pode.

E como fica o transporte público?
Os ônibus voltam a parar em todos os pontos, como antes. O ferry boat volta a operar normalmente para todos os passageiros. Transporte por aplicativo continua normal.

Então eu posso sair para fazer qualquer coisa?
O isolamento social ainda é a principal arma para combater o coronavírus. Então a recomendação é ficar em casa e só sair se for realmente necessário.

E as aulas?
Continuam suspensas até, pelo menos, 1º de junho.

Até quando valem essas regras?
Até pelo menos quarta-feira (20), quando um novo decreto será editado com regras para o Estado inteiro.

São Luís será a primeira capital brasileira a se livrar do coronavírus

O número de infecções por coronavírus se mantém em queda constante, se comparado ao último dia 10 de maio quando ocorreram 545 novos casos de Covid-19; no dia 13, caiu para 138 novos casos confirmados.

JM Cunha Santos

Embora que visivelmente constrangido (para não dizer apavorado) com a possibilidade de que Bolsonaro se aproveite da crise provocada pelo coronavírus e implante uma nova ditadura no país, prefiro ser otimista quanto ao sucesso do combate ao patógeno em São Luís.

Fui muito criticado e insultado pela seção maranhense da milícia digital dos Bolsonaros, quando escrevi que o Maranhão estava dando exemplo de competência gerencial no combate ao coronavírus e que, mais uma vez, se tornava referência para o Brasil. Isso, antes que aqui fosse decretado o lockdown.

Agora vou mais longe: São Luís será a primeira capital a vencer a guerra contra a pandemia no Brasil. Digo isso porque também posso perceber a sinceridade e ausência de interesses

outros nas autoridades maranhenses no combate à pandemia, muito particularmente no governador Flávio Dino e no secretário de Estado da Saúde, Carlos Eduardo Lula.

É disso que Deus gosta e o esforço e dedicação, às vezes ao sacrifício da própria vida, de cada médico e enfermeiro (que os bolsonaristas preferem agredir), de cada policial e fiscal nas ruas, de cada bombeiro

distribuindo alimentos Maranhão afora, cada voluntário, cada homem e mulher responsável pela limpeza nos hospitais, haverá de nos recompensar.

Pensava assim quando o site Uol noticiou que pelo terceiro dia consecutivo São Luís registrava queda no número de casos de Covid-19. De 545 novos casos no dia 10, caímos para 382 no dia 11, 166 no dia 12 e 138 no dia 13. No dia 14, subiu para 368, caindo, de novo, no dia 15, ontem, para 253.

Apesar das oscilações, não perco a esperança. Ao contrário do presidente Jair Bolsonaro, (E daí?) a dor dos outros me atinge. Os 218 mil infectados e quase 15 mil mortos pela doença no Brasil, ferem e fazem sofrer qualquer ser humano normal.

E também estão ficando insuportáveis tantas notícias sobre amigos, colegas e conhecidos que são vitimados por esse mal no dia a dia do Maranhão. Graças a Deus, esse morbo tem se mantido longe de mim e da minha família. Se mantiver longe também os cruéis e os tiranos, muito mais graças a Deus darei. Por mim e pelo restante da população deste país.

Bombeiros civis contratados pela Prefeitura atuam no combate à pandemia de Covid-19

150 Bombeiros Civis aprovados em seletivo, contratados pela Prefeitura de São Luís através da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento, estão auxiliando na organização e no controle das atividades desenvolvidas pela gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior em combate à pandemia de Covid-19, a exemplo das ações de fiscalização realizadas em feiras, comércio informal, terminais de integração e em outros locais de aglomeração que necessitem da intervenção.

“É de grande importância esta contratação que segue orientação do prefeito Edivaldo.  Precisamos reforçar o efetivo, pois há sob nossa área de atuação mais de 40 feiras, sendo 29 mercados e a fiscalização precisa ser efetiva especialmente neste momento de pandemia. Então, é fundamental o reforço no efetivo. O prefeito Edivaldo Holanda Junior tomou uma decisão muito acertada quando determinou a contratação destes profissionais”, disse o secretário da Semapa, Émerson Macedo.

Há também as listas de bombeiros civis que foram selecionados a título de cadastro de reserva e de excedentes, que serão efetivados conforme as condições previstas no edital. Estes grupos deverão apresentar documentação no Colégio Militar 2 de Julho, do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão, localizado na Avenida dos Franceses, bairro Vila Palmeira.

Todas as listas de aprovados e convocados no seletivo estão divulgadas no site cbm.ssp.ma.gov.br. Lembrando que a contratação foi realizada por meio de processo seletivo simplificado emergencial.

Bolsonaros vão deixar de pagar milícias digitais e a esculhambação geral tende a diminuir nas redes sociais

JM Cunha Santos

As recentes pugnas políticas e jurídicas entre o ex-ministro Sérgio Moro e o presidente da República, Jair Bolsonaro, em pauta no Supremo Tribunal Federal, escondem o temor de condenações de Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Carlos Bolsonaro à prisão. O primeiro, em virtude de suas relações escancaradas com a milícia fluminense “Escritório do Crime”, o segundo e o terceiro pelo comando e operação da violenta milícia digital que age nas redes sociais difamando, injuriando e ameaçando os adversários políticos do bolsonarismo.

Conforme noticiou toda a imprensa do país, a Polícia Federal, atendendo a investigação que corre de forma sigilosa no Supremo Tribunal Federal, já identificou Carlos Bolsonaro como um dos responsáveis pela milícia virtual que produz Fake News. E essa foi a principal razão da exigência do presidente da República pela exoneração de Maurício Valeixo da diretoria geral da PF. Para muitos, no entanto, o que Jair Bolsonaro quer mesmo é mudar todo grupo de delegados responsável pela investigação.  O irmão de Carlos, Eduardo Bolsonaro, está sendo investigado no mesmo inquérito.

E há, ainda, a CPI das Fake News que já iniciou a identificação dos operadores, obviamente com auxílio policial. Dois desses operadores, um de São Paulo e outro de Minas Gerais, foram encontrados por repórteres do jornal “O Estado de São Paulo” e operam através dos perfis “PresidenteBolsonaroBR – O mito do Brasil” e “Conservador Liberal”. Weber Florêncio, 28 anos, evangélico (Meu Deus, o que fizeram com as igrejas evangélicas do Brasil!.?), estudante de medicina, é o operador do perfil “Conservador Liberal”.

Os operadores do Nordeste, inclusive do Maranhão, ainda não foram divulgados, mas tivemos aqui exemplos da ação dessas milícias: a ameaça de morte ao juiz Douglas Martins, cujo responsável já está preso, e a fake news divulgada via Watshap de que o governador Flávio Dino teria adquirido a Covid-19 e estava internado em Brasília.

Comandadas pelo chamado “Gabinete do Ódio”, instalado dentro do Palácio do Planalto, as milícias digitais atendem a uma espécie não oficial de “Ministério das Fake News, Injúrias, Ameaças e Difamações” que drena recursos para os operadores e coordena ações criminosas contra a oposição e instituições públicas como o Congresso Nacional e o STF.

Mas o barulho provocado pela briga entre Sérgio Moro e Jair Bolsonaro está obrigando o “Gabinete do Ódio” a se conter na produção de infâmias na internet. Principalmente porque temem que as investigações identifiquem a origem dos recursos que alimentam a milícia digital espalhada no país, o que significa que vai faltar dinheiro para os robôs bolsonaristas que agem nas redes. A boa notícia é que essa providência pode reduzir o nível de injúrias, ameaças, difamações, pornografia, sujeira, amoralidade e ódio nas redes sociais. Para o bem deste país.

Polícia prende homem que ameaçou o juiz Douglas Martins de morte

A Polícia Civil do Maranhão, com o apoio operacional do Centro de Operações Policiais Especiais (COPE), da Polícia Civil do Paraná, prendeu, nesta terça-feira (12), em Curitiba, Edson Douglas Oliveira de Freitas, suspeito de ameaçar de morte o juiz Douglas Martins, titular da Vara de Interesses Difusos e Coletivos da Comarca da Ilha de São Luís. O próprio juiz Douglas Martins anunciou o nome do suspeito, assim que lhe foi informado.

A intensificação das ameaças foi feita por meio de uma rede social, depois que o juiz Douglas Martins decretou o lockdown (bloqueio dos serviços não essenciais) em São Luís e mais três municípios da Região Metropolitana da capital. Uma das mensagens dizia que o juiz iria morrer, caso não voltasse atrás na decisão. Imediatamente, o magistrado pediu investigação à Polícia Civil do Maranhão.

A operação conjunta tem inquérito presidido pelo delegado Odilardo Muniz, chefe do Departamento de Combate a Crimes Tecnológicos (DCCT), órgão da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), e contou com o apoio da Comissão de Segurança Institucional do Tribunal de Justiça do Maranhão, presidida pelo desembargador Raimundo Barros.

O desembargador elogiou a atuação dos policiais dos dois estados envolvidos na operação. A participação da Segurança Institucional do TJMA se deu no contexto da garantia da proteção e segurança do magistrado e acompanhamento dos trabalhos da Polícia Civil, auxiliando em todas as fases da investigação.

O coronel Alexandre Magno, diretor de Segurança Institucional do TJMA, informou que o pedido de prisão foi decretado pela juíza da Central de Inquéritos e Custódia de São Luís, Janaina Araujo de Carvalho.

PÚBLICAS – O juiz Douglas Martins disse que, inicialmente, o suspeito lhe enviou mensagens privadas. O magistrado revelou que, depois, tomou conhecimento, por intermédio de jornalistas – que “printaram” as mensagens e lhe enviaram – de que algumas delas foram tornadas públicas, inclusive a que dizia que o juiz iria morrer.

Douglas Martins destacou que “vivemos momentos de muita intolerância em nosso país. As pessoas já não se contentam em divergir e debater ideias diferentes. A diferença de pensamento é natural e necessária”.

O magistrado entende que, quando há divergência de pensamento do cidadão em relação a um agente público, é natural que este seja criticado e que essas críticas ajudam a melhorar a atuação destes agentes. Acrescenta que, de alguma forma, a crítica severa à atuação de agentes públicos é até desejável, não importa que o agente público seja um vereador, delegado, juiz, promotor, deputado ou ministro do STF.

“De outro lado, essa divergência de pensamento não pode transbordar para ofensas morais, ameaças de morte ou agressões físicas. Esses atos de violência têm sido direcionados a profissionais da imprensa, da saúde e outros. É preciso parar”, frisou Douglas Martins.

DEZEMBRO DE 2019 – O delegado Odilardo Muniz disse que o DCCT iniciou investigações desde o mês de dezembro de 2019, para apurar crimes de ameaça praticados por meio de redes sociais contra o Juiz Douglas Martins.

O delegado explicou que as ameaças iniciadas naquele mês, por causa de uma outra decisão do juiz, intensificaram-se depois que foi decretado o lockdown pelo magistrado.

Odilardo Muniz disse que pediu a representação judicial de prisão e de busca, em dois endereços, onde ocorreram as conexões. Explicou que, nesta segunda, o COPE do Paraná cumpriu dois mandados de busca e apreensão e prisão preventiva do suspeito, que mora em Curitiba. Falou que, imediatamente, foi encaminhada uma carta precatória com o pedido de oitivas do suspeito, para que o interrogatório seja emitido para São Luís.

“Após isso, vamos concluir o inquérito e encaminhar para a Justiça, justamente pelo crime de ameaça e coação no curso do processo”, completou Odilardo Muniz.