Filho de Teori coloca em dúvida ‘acidente’ com o pai após confissão de Janot

“O ex-Procurador Geral da República abertamente admitindo que queria matar um Ministro do STF e ainda tem gente querendo me convencer que o avião caiu por acidente!”, postou ele

“Francisco Zavascki, filho de Teori, se manifestou em seu Facebook após Rodrigo Janot revelar os planos para matar Gilmar Mendes”, informa o colunista Lauro Jardim.

 “O ex-Procurador Geral da República abertamente admitindo que queria matar um Ministro do STF e ainda tem gente querendo me convencer que o avião caiu por acidente!”, postou ele

Teori Zavascki, então relator da Lava-Jato no STF, morreu em janeiro de 2017 num acidente de avião na região do litoral de Paraty (RJ).

Edivaldo avança em três frentes de asfaltamento em São Luís; serviços chegaram à Av. Guajajaras

O prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT) segue com o planejamento do programa São Luís em Obras e está executando três frentes de pavimentação em regiões de grande fluxo populacional e de veículos. Nesta sexta-feira (27) começou a implantação de novo asfalto na Avenida Guajajaras.

Na via os trabalhos passam a ser executados 24h para que sejam concluídos o mais breve possível. Durante o dia serão asfaltados os trechos fresados –  serviço que retira as ondulações, a camada asfáltica danificada e faz o nivelamento antes da aplicação do novo pavimento – e ao longo da noite novos trechos são preparados para receber o asfaltamento.

As faixas de rolamento dos quase 4 quilômetros de extensão da via (8 quilômetros ida e volta) serão totalmente recuperadas, o que vai tornar o tráfego de veículos mais ágil e seguro. Serão executadas ainda a recuperação de sarjetas e meios-fios.

Na região do Vinhais, onde foi lançada a frente de pavimentação do programa São Luís em Obras, as avenidas 02 e 04, todo o entorno da Praça do Letrado entre outras vias já receberam nova pavimentação. Ao todo mais de 60 ruas e avenidas serão recuperadas, totalizando mais de 16 quilômetros de novo asfalto. Na região do Cohatrac as obras já estão praticamente finalizadas na Avenida Contorno Sul e agora seguem para as mais de 40 vias, no total de cerca de 12 quilômetros de novo asfaltamento.

Edivaldo já confirmou que a Cidade Operária, Zona Rural e Anjo da Guarda estão entre as muitas regiões da cidade já incluídas na programação de obras da Prefeitura.

Maranhão é o 2º Estado que mais criou empregos no Nordeste em 2019

O Maranhão é o segundo Estado que mais abriu empregos com carteira assinada no Nordeste entre janeiro e agosto deste ano. Os dados são do Ministério do Trabalho.

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram 7.569 vagas formais (com carteira assinada) até agora. No Nordeste, só a Bahia tem desempenho melhor.

O crescimento do emprego no acumulado do ano no Maranhão é maior que a média do Nordeste e a do país inteiro. O mercado maranhense de trabalho formal cresceu 1,63% entre janeiro e agosto, contra 0,09% do Nordeste e 1,55% do Brasil.

3 anos seguidos

Este é o terceiro ano seguido em que o Maranhão tem saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada, mesmo com a crise econômica que atinge o Brasil há anos.

De acordo com o Caged, o Maranhão teve saldo positivo de 1.221 vagas em 2017. A situação foi diferente da verificada no cenário nacional naquele mesmo ano. Em 2017, o Brasil inteiro perdeu 20.832 vagas.

Em 2018, o Maranhão teve um desempenho oito vezes melhor que no ano anterior: foram criados 9.649 empregos com carteira assinada.

E agora em 2019, por enquanto, o saldo é de 7.569 vagas. Ainda faltam quatro meses (setembro a dezembro) para o balanço total do ano.

Agosto

Em agosto deste ano, o setor que mais contratou no Maranhão foi o de Serviços. O mês terminou com saldo geral de 1.495 vagas.

Janot revela que foi armado ao STF para matar Gilmar Mendes e se suicidar em seguida

O ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, fez ao jornal Estadão, nesta quinta-feira (26), uma revelação surpreendente: ele cogitou assassinar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e chegou a ir armado em uma sessão da Corte, em 2017, para cometer o ato. Sua ideia era se suicidar depois.

“Não ia ser ameaça não. Ia ser assassinato mesmo. Ia matar ele (Gilmar) e depois me suicidar”, disparou, sem nenhum pudor, o ex-PGR.

A motivação para o assassinato de Gilmar seria o fato de o ministro do STF ter difundido uma “história mentirosa” sobre a filha de Janot. A atitude teria sido uma retaliação ao fato de que Janot havia pedido a suspeição do ministro.

“Foi logo depois que eu apresentei a sessão (…) de suspeição dele no caso do Eike. Aí ele inventou uma história que a minha filha advogava na parte penal para uma empresa da Lava Jato. Minha filha nunca advogou na área penal… e aí eu saí do sério”, revelou Janot.

O ex-PGR contou, no entanto, que no dia que foi armado à Corte decidido a cometer o ato, a “mão de Deus” o impediu. “Cheguei a entrar no Supremo (com essa intenção). Ele estava na sala, na entrada da sala de sessão. Eu vi, olhei, e aí veio uma ‘mão’ mesmo”, disse.

O relato revelado ao Estadão consta no livro recém-lançado pelo ex-PGR, intitulado Nada menos que tudo (Editora Planeta).

Gilmar Mendes, até a publicação desta nota, não havia se manifestado sobre o caso.

“Essas palmas vão ecoar para sempre dentro da minha alma”, diz Jefferson Portela ao receber Medalha na Assembleia Legislativa

JM Cunha Santos

Uma lista interminável de autoridades, inclusive o vice-governador do Estado, Carlos Brandão, se fez presente à Assembleia Legislativa para homenagear o Delegado de carreira da Polícia Civil que, na condição de Secretário de Segurança Pública, mudou toda a configuração do Sistema de Segurança do Estado. Jefferson Portela estava ali para receber a Medalha do Mérito Timbira Manoel Beckman, a mais alta comenda do Poder Legislativo. Foi, talvez, a mais concorrida solenidade de mérito da história da Assembleia em muitos anos.

A entrega da comenda atendeu a requerimento do deputado Duarte Júnior, cujo gabinete produziu um vídeo que estabeleceu a distância abissal entre o que foi a segurança pública nesse Estado antes e depois do delegado Jefferson Portela. Mostrou que quando Jefferson assumiu a Secretaria São Luís figurava entre as 50 cidades mais violentas do mundo. Destacou os 15 mil novos policiais que passaram a integrar a PM, a Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros com o advento do governo Flávio Dino, sem contar 9.000 promoções que se achavam travadas pela inapetência administrativa de governos anteriores. Nove novos batalhões, 12 novas delegacias, 2 Centros Táticos Aéreos e 11 colégios militares passaram a integrar o Sistema Estadual de Segurança.

Em seu discurso, Duarte Júnior estendeu a homenagem aos fami8liares do Secretário de Segurança e disse de sua grande honra e orgulho em ver tanta gente naquele espaço, testemunhando, na figura de Jefferson Portela, a luta diária dos homens públicos por um Brasil mais justo e um Maranhão melhor. Registrando a redução de 63 % dos homicídios no Estado, em comparação ao ano de 2014, o deputado Duarte Júnior garantiu que o Sistema de Segurança terá todo seu apoio dentro da Assembleia Legislativa do Maranhão.

APLAUDIDO DE PÉ

Invocando a Deus como regente de nossas vidas e afirmando que prefere uma morte sagrada a uma vida indigna, o Secretário de Estado da Segurança Pública do Maranhão, Jefferson Portela, dividiu com os demais secretários a honraria recebida porque “No governo Flávio Dino sempre fizemos tudo de forma coletiva”. Ele exortou a função pública afirmando que “Na vida pública nós só podemos fazer o que manda a lei”.

Para o homenageado e novo comendador, a vida só tem sentido se for em comunhão. Aplaudido de pé, Jefferson Portela disse que “Essas palmas vão ficar ecoando para sempre dentro da minha alma”. Para ele nenhum sistema de segurança pode confundir coragem com arbítrio e toda a força usada tem que ser legitimada pela dignidade humana.

O secretário declarou ainda que bandidos jamais virão de outros estados com fuzis desfilar no Maranhão. Ele também lembrou que antes de assumir a Secretaria de Segurança, “Assim como São Luís estava entre as 50 cidades mais violentas do mundo, São José de Ribamar era apontada entre as 10 cidades mais violentas do Brasil. Hoje, São Luís e São José de Ribamar estão fora destas estatísticas”, orgulhou-se. Registrou, ainda, que em 2014 chegamos a ter 14 explosões de agências bancárias em um único mês e 21 policiais foram assassinados.

Ao final, ainda exaltando a honra e a dignidade da atividade policial, desejou que cada um dos policiais presentes recebesse a Medalha do Mérito Timbira. “Mas como isso não é possível, peço que guardem essa medalha em suas almas”, finalizou.

Weverton faz apelo por diálogo e respeito entre as instituições

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, nesta quarta-feira (25), por 23 votos a 3, a indicação de Augusto Aras para Procurador Geral da República. O senador maranhense Weverton (PDT), que votou favorável ao nome de Aras, aproveitou a sabatina para fazer um apelo para o diálogo saudável entre as instituições. “Há espaço para os diferentes, para discutirmos de forma civilizada e está na hora de chamarmos os de juízo na nossa República para começarmos a colocar as coisas nos devidos lugares: os políticos fazendo política, os magistrados fazendo o que a Constituição lhe confere, assim como os membros do MP. Assim nós poderemos dar uma luz para a sociedade no meio desse túnel escuro” afirmou.

O senador mostrou preocupação com o que vem sendo chamado de ativismo político judicial e do Ministério Público e questionou o indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para comandar a PGR sobre o assunto. Weverton criticou a atuação de alguns integrantes do MP que agem movidos por convicções e motivos ideológicos.

“Não são todos, mas esses procuradores que atuam assim prejudicam o trabalho de todos os outros. Eu acredito na instituição, mas não se pode extrapolar o que está na Constituição. Quem quer ser político que abandone a magistratura ou o MP, mas não use a Justiça para fazer ativismo”, disse o parlamentar. Para o senador, é fundamental para o Brasil que o Ministério Público atue de forma imparcial e de acordo com o que a lei determina.

A indicação agora será votada no Plenário do Senado, ainda nesta quarta-feira. Ambas as votações são secretas.

A morte da menina Ágatha

JM Cunha Santos 

Ágathas morrem todos os dias, todas as noites, no mundo todo. Ágathas morrem de solidão infantil, de abandono sincronizado, de orfandade mórbida. Morrem vítimas da fome, morrem de silêncios não saudáveis, de educação mal educada no país.

Ágathas morrem nas farmácias, nos hospitais, nas igrejas, nos braços do Cristo revoltado. Ágathas morrem de sorriso incandescente, morrem das lamas das ruas, de lavouras não permitidas, de palidez provocada. Ágathas morrem antes de nascer.

Quando as balas se perdem da fúria dos homens encontram seus corpos, quando lágrimas procuram olhos, encontram seus pais. Ágathas não tem muita importância para os fuzis nem para os fuzileiros. Elas apenas absorvem um ódio que não é delas, é dos adultos e, por isso, não lhes é permitido crescer.

Ágathas morrem de falta de energia, de falta d’água, de ausência de compaixão. Morrem, porque se crescerem vão querer ser livres e os homens criados em vidros de formol odeiam a liberdade. Morrem porque sorrisos são ameaças em terras onde os tiroteios são sorrisos.

Ágathas morrem atracadas a bonecas, morrem sem subir nas árvores nem molhar as plantas, colhendo as rosas de chumbo da condição humana. Morrem porque existir é também uma forma de dor. E, porque aqui não há paraísos, só infernos, morrem também de saudades do céu.

Mas a cada vez que uma Ágatha morre, a humanidade se diminui, se encolhe, até sumir no universo do mal.

Ágathas morrem todas as horas, morrem de tudo, morrem até de querer viver. E também morrem assassinadas pelo poder público no Brasil.  

Popularidade de Bolsonaro cai e rejeição aumenta em novo Ibope

Nova pesquisa Ibope, encomendada pela CNI, que será divulgada oficialmente no final da tarde desta quarta-feira (25), aponta que está em queda a popularidade do governo de Jair Bolsonaro (PSL-RJ). A confiança e a aprovação da população na maneira do presidente governar também caíram, aponta a pesquisa.

O levantamento, feito entre os dias 19 e 22 de setembro, foi antecipado pela coluna de Lauro Jardim. A pesquisa mostrará todos os indicadores do presidente ligeiramente abaixo dos registrados na anterior, realizada em junho.

Esta, por sua vez, já assinalara uma queda ante a pesquisa feita em abril, a primeira do Ibope no governo Bolsonaro.

A avaliação positiva (ótimo e bom) do governo era de 35% em abril, caiu para 32% em junho e agora está em 31%.

Já a negativa (ruim e péssimo), por sua vez, subiu de 27% em abril para 32% em junho e em setembro chegou a 34%.

Os que consideram o governo “regular” são 32% (eram 31% em abril e os mesmos 32% em junho). Os que não sabem ou não quiseram responder somaram 3%.

Metade da população, segundo o Ibope, desaprovam a maneira de Bolsonaro governar. 50% não aprovam (eram 40% em abril e 48% em junho). Aqueles que aprovam somam 44% (eram 51% e 46% nas pesquisas anteriores). Um total de 6% não quiseram responder.

Os que disseram “confiar” no presidente foram 42% dos entrevistados. Em abril, esse percentual era de 51% (caiu para 46% em junho). Do outro lado, 55% disseram “não confiar” em Bolsonaro (eram 45% em abril e 51% em junho).

O Ibope ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios entre 19 e 22 de setembro. O levantamento anterior havia sido realizado de 20 e 26 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima e para baixo.

Prefeito Edivaldo lança 13ª edição da Feira do Livro de São Luís

Evento ocorrerá de 11 a 20 de outubro, no Multicenter Sebrae e reunirá grandes nomes da literatura nacional e local

De 11 a 20 de outubro São Luís será o centro das atenções da literatura maranhense. É que neste período ocorre a 13ª Feira do Livro de São Luís (FeliS). Nesta terça-feira (24) o prefeito Edivaldo Holanda Junior fez o lançamento do evento no auditório do Centro Cultural e Administrativo do Ministério Público do Maranhão. A FeliS é o maior evento cultural e de fomento à leitura do Maranhão. Em 2019 o tema é “O Brasil atemporal na obra de Aluísio Azevedo” e vai reunir mais de 100 autores locais. A expectativa é que o evento receba um público superior a 160 mil pessoas, número de visitantes do ano passado.

O prefeito Edivaldo Holanda Junior, que estava acompanhado da primeira-dama Camila Holanda, do vice-prefeito, Julio Pinheiro, e do titular da Secult, Marlon Botão, entre outros secretários municipais, afirmou que a FeliS estimula a leitura e movimenta o comércio do setor. “Durante 10 dias iremos receber a população de São Luís e de outros municípios maranhenses que participarão das várias atividades da nossa programação. As crianças são o nosso público mais importante. Todos os dias levamos alunos da nossa rede para participarem da programação e terem contato com os poetas, escritores e se sentirem motivadas a ler”, disse o gestor municipal. 

A FeliS é uma promoção da Prefeitura de São Luís, por meio das secretarias municipais de Cultura (Secult) e Educação (Semed) e correalização do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Maranhão (Sebrae). A programação da Feira do Livro de São Luís é toda gratuita e será realizada no Multicenter Sebrae das 10h às 22h.

O lançamento da 13ª edição da Feira do Livro de São Luís reuniu autoridades, escritores, representantes de entidades literárias e livrarias entre outros entusiastas da cultura e literatura local. Este ano, além do patrono Aluísio Azevedo, também serão homenageados os também maranhenses Rosa Mochel e Dreyfus Azoubel, ambos comemorando o centenário de nascimento.

Márcio Jerry critica discurso de Bolsonaro na ONU

O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB-MA) criticou o presidente Jair Bolsonaro (PSL), que na manhã desta terça-feira (24), fez discurso na ONU escancarando seu programa de governo ultradireitista e seu projeto contra os indígenas.

“O Presidente Bolsonaro desperdiçou uma excelente oportunidade de falar sobre o Brasil para o mundo. Se ateve, ao contrário, a seus recalques ideológicos, preconceitos e boçalidades políticas. Também aproveitou para mentir”, comentou o parlamentar do Maranhão.

Entre seus devaneios, Bolsonaro negou que Amazônia esteja sendo desmatada, reivindicou o golpe de 1964 e afirmou que “é uma falácia dizer que a Amazônia é um patrimônio da humanidade”. O presidente disse ainda, sem base na realidade, que sua chegada ao poder salvou o Brasil do socialismo.

Márcio Jerry por sua vez, se disse envergonhado. “É uma vergonha absoluta! Um presidente estúpido é o que temos”, completou o deputado.